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Mulher comprava crack com dinheiro do Bolsa Família

Posted by PortalCaiuá on sábado, 8 maio, 2010

Além de responder por crime de tráfico, deverá haver a perda do benefício

Em Maringá, uma mulher tansformou o benefício de bolsa-família em “bolsa-drogas”. Cíntia Rodrigues Almeida, de 23 anos, foi presa após ser flagrada comprando crack com dinheiro do programa Bolsa Família. Em depoimento nesta sexta-feira (7), ela admitiu a compra — adquiriu a droga em Sarandi, que fica na região de Maringá.

O cartão do Bolsa Família tinha como titular Graziele Rodrigues Cardoso, que, segundo informações da polícia, é namorada de Cíntia. No depoimento, a detida confirmou que pediu o cartão e a senha para fazer uma compra. Mas não revelou á companheira que usou o dinheiro para comprar pedras de crack.

Cíntia continua presa no setor de carceragem na 9ª SDP. Ela vai responder pelo crime de tráfico de drogas. Segundo O delegado operacional da 9ª SDP, Eumano Rodrigues Ciríaco, ela já respondia a outro processo, também por tráfico de drogas. Ciríaco falou que Graziele será intimada a depor, a fim de apurar se ela sabia que o dinheiro do benefício seria utilizado para a compra da droga. E completou que ela provavelmente vai perder o direito ao Bolsa Família.

(BemParaná)


Bolsa Família: Sábado haverá pesagem na UBS do Jardim São Jorge

Posted by PortalCaiuá on segunda-feira, 8 março, 2010

Será realizada neste sábado, 13, a pesagem do Programa Bolsa Família na UBS do Jardim São Jorge e na Escola Rotary Arenito. O atendimento será das 8 às 16h30 e todos os beneficiados devem comparecer ao local. A pesagem é uma exigência do programa e quem não realiza-la corre o risco de perder o benefício.

Lembrando que é necessário a apresentação do cartão do beneficiário e a carteira de vacinação. Gestantes devem apresentar o Cartão da Gestante e um comprovante de residência.


Bolsa Celular

Posted by Rudiney on segunda-feira, 16 novembro, 2009

O governo tem um plano para estimular as operadoras a distribuir telefones celulares de graça entre os cidadãos que recebem o Bolsa Família, com um crédito de R$ 7 para gastos por mês. O ministro das Comunicações, Hélio Costa, apresentou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva há três semanas esse plano, que deverá ser chamado de Bolsa Celular. O projeto compreende um pacote de subsídios e estímulo fiscal às operadoras de celular. Segundo Costa, o presidente viu com bons olhos a ideia e a TIM Brasil já ouviu e aceitou participar do projeto, se aprovado pelo governo. Conversas sobre o mesmo tema também são mantidas com as operadoras Claro e Vivo.

Para o ministro, o governo abdicaria da cobrança da tarifa do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel), que equivale a R$ 26 por linha nova oferecida aos usuários e cerca de R$ 3 ao ano para as operadoras. Com isso, as empresas poderiam investir R$ 2 bilhões, no prazo de dois anos, para expandir suas redes à população de mais baixa renda, nas contas do ministro.

Segundo Costa, o subsídio mensal de R$ 7 para uso dos cadastrados no Bolsa Família atenderia bem a demanda, pois, em média, os usuários de celulares pré-pagos gastam R$ 4 por mês. O que se gastar além dos R$ 7, seria pago pelos usuários às empresas, o que aumentaria ainda mais o interesse das operadoras em buscar esses novos mercados.

Em nota enviada por sua assessoria de imprensa, a TIM Brasil informou que vem conversando com o Ministério das Comunicações desde setembro sobre uma proposta para estender a comunicação móvel à população carente, que recebe Bolsa Família. ” Para viabilizar a proposta, o governo ofereceria a desoneração tributária ” , diz a nota. Mas a operadora informa que o detalhamento da proposta, inclusive das contrapartidas de cada parte, ainda está em discussão.

Atualmente, são 11,9 milhões de famílias cadastradas no Bolsa Família e, segundo Costa, uma ideia seria dar incentivo maior a um celular por família e menores a partir da segunda linha.

” É um meio de as empresas expandirem mais suas redes de celular ” , explicou o ministro. O governo deixará de cobrar o Fistel, mas não se trata de abdicar de receita, porque ela não existiria sem o programa, comentou ele.

Segundo Costa, há projetos de lei tramitando no Congresso que tratam de planos de expansão ligados ao Bolsa Família na linha fixa, mas ele acredita ser mais viável fazê-lo pela telefonia móvel.

( Valor OnLine)