Grávidas poderão se cadastrar para comer merenda servida aos alunos da rede municipal. Prefeitura deverá regulamentar o programa.
As gestantes carentes de Maringá poderão comer da merenda escolar servida nas escolas municipais da cidade, prevê o projeto de lei aprovado em primeira discussão, na sessão da Câmara de Vereadores desta terça-feira (21). A proposta define as grávidas carentes, aquelas provenientes de famílias que ganham até 3 salários mínimos por mês.
O texto deve voltar em segunda discussão na próxima quinta, e se sancionado pelo prefeito, vai garantir o benefício a todas as mulheres que se cadastrarem previamente na Prefeitura e comprovarem a necessidade. Caberá à administração fazer a regulação da distribuição, a fim de evitar que falta merenda para os alunos da escola.
O projeto ainda prevê crédito adicional de R$ 50 mil, destinado para que a prefeitura custeie as despesas iniciais do programa. Intenção é garantir melhores condições de saúde para mulheres gestantes.
A informação é do Blog do Linjardi.
A merenda escolar da rede municipal de Maringá também poderá servir de refeição para gestantes de famílias com renda de até três salários mínimos – portanto, até R$ 1.530.
A ideia (aqui) é do vereador Paulo Soni (PSB), e aguarda parecer das comissões da Câmara Municipal.
Ainda de acordo com o projeto, o município fica autorizado a abrir crédito adicional de R$ 50 mil, para comprar mais merenda e dar conta da possível demanda.
Em 1999, o deputado federal Marcos de Jesus (PTB/PE) teve a mesma ideia, mas ela foi arquivada antes mesmo de ser votada (aqui).
Será realizada neste sábado, 13, a pesagem do Programa Bolsa Família na UBS do Jardim São Jorge e na Escola Rotary Arenito. O atendimento será das 8 às 16h30 e todos os beneficiados devem comparecer ao local. A pesagem é uma exigência do programa e quem não realiza-la corre o risco de perder o benefício.
Lembrando que é necessário a apresentação do cartão do beneficiário e a carteira de vacinação. Gestantes devem apresentar o Cartão da Gestante e um comprovante de residência.
Pastoral da Criança, Zilda Arns, uma das vítimas do terremoto que atingiu o Haiti, enviou uma carta aos líderes de Pastorais antes de embarcar para o país mais pobre das Américas. No texto, ela deixou uma missão: cuidar das novas gestantes.
“ No mês que vem [janeiro] tem mutirão em busca das gestantes. Comece desde já a organizar o mutirão em sua comunidade. Fique sempre de olho nas novas gestantes, Seu apoio é muito importante para que elas tenham uma gravidez saudável e feliz”, diz um trecho da carta, escrita no final de 2009.